com Pedro Tamen e a obra O Livro do Sapateiro.
Mostrar mensagens com a etiqueta Prémios literários. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Prémios literários. Mostrar todas as mensagens
sábado, fevereiro 26, 2011
quinta-feira, setembro 16, 2010
Rui Cardoso Martins
foi o vencedor do Grande Prémio do Romance e Novela da APE com o seu romance Deixem passar o homem invisível, a sua segunda obra. Também conhecido como cronista da revista "Pública" Rui Cardoso Martins é também autor da obra E Se Eu Gostasse Muito de Morrer, guionista, e co-fundador das produções Fictícias. Embora não falhe as crónicas de Domingo do escritor, o livro foi uma belíssima surpresa. que só posso recomendar. Espero ansiosamente o próximo livro. Aqui ficam entretanto as felicitações.
terça-feira, outubro 20, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
quarta-feira, maio 13, 2009
terça-feira, junho 17, 2008
Parabéns, Ondjaki!
Aqui no De Mês em Quando estamos razoavelmente informados, é certo, mas não se julgue que, como fizemos com Fernando Pessoa e Vieira da Silva, felicitamos Ondjaki pelo seu aniversário. Felicitamo-lo por ser o vencedor do Prémio Do Conto Camilo Castelo Branco 2007, com Os da minha rua. Sou uma leitora compulsiva de escritores estrangeiros de expressão portuguesa e, pela experiência que tive com o livro, só posso e devo recomendá-lo. Em Os da minha rua, Ondjaki recupera a infância e prende-a ao texto com uma linguagem simples e ingénua, tornando o livro duplamente interessante.
E agora que as férias estão aí, já sabem, aproveitem para ler Os da minha rua e, se gostarem, aventurem-se no seu mais recente romance acabado de publicar AvóDezanove e o Segredo Soviético. Como já li o primeiro, e tenho o segundo ali a piscar-me o olho, é mesmo o que vou fazer. Se ficaram curiosos leiam mais aqui. Parabéns ao Ondjaki, mais uma vez, e boas leituras a todos.
E agora que as férias estão aí, já sabem, aproveitem para ler Os da minha rua e, se gostarem, aventurem-se no seu mais recente romance acabado de publicar AvóDezanove e o Segredo Soviético. Como já li o primeiro, e tenho o segundo ali a piscar-me o olho, é mesmo o que vou fazer. Se ficaram curiosos leiam mais aqui. Parabéns ao Ondjaki, mais uma vez, e boas leituras a todos.
imagem daqui
quinta-feira, maio 15, 2008
Gaveta de papéis
José Luis Peixoto foi recentemente agraciado com o Prémio Daniel Faria 2008. Para os fans do leitor só a notícia de que o livro chegou agora às bancas será suficiente, para os outros recomendo mesmo a leitura. Gaveta de Papéis, assim se chama, tem uma estrutura curiosa, como se abríssemos uma gaveta onde se encontram bilhetes, fotografias e outros objectos pessoais. Muito bom. quinta-feira, maio 03, 2007
Na senda dos Prémios Literários
O mundo é mais risonho quando há boas notícias para dar.Desta vez felicitamos José Eduardo Agualusa e, mais uma vez, a língua portuguesa enriquecida com outras matizes está de parabéns. O romance O Vendedor de Passados de José Eduardo Agualusa foi galardoado com o Prémio de Ficção Estrangeira do Independent.
José Eduardo Agualusa é angolano, tem um percurso marcado pela mobilidade entre Angola, Portugal e Brasil e é autor de vários livros de contos e de romances, todos eles tocados pelo encanto da mestiçagem e a sedução de outras culturas. A sua obra está traduzida em várias línguas. O seu último livro Passageiros em Trânsito reúne nove contos de viagens com o colorido a que o autor nos habituou. Recomendo vivamente. José Eduardo Agualusa escreve quinzenalmente uma crónica na revista do "Público" ao Domingo.
Se quiseres ler livros do autor, procura na nossa Biblioteca/ Centro de Recursos.
quarta-feira, abril 18, 2007
Boas Notícias!
E a literatura de expressão portuguesa está mais uma vez de parabéns. Desta vez foi também um dos meu escritores preferidos o galardoado. Mia Couto foi o vencedor do Prémio União Latina de Literaturas Românicas.
Moçambicano, biólogo de formação, tem uma já vasta obra publicada, maioritariamente de contos, estórias com um cunho e uma prosa muito colorida e um linguajar único e expressivo. É também autor de Pensatempos, uma colectânea de discursos, nos quais se encontra a carta ao Presidente Bush e ainda de livros infantis. O seu último romance O Último Pé da Sereia marca um ponto de viragem na narrativa a que o escritor nos habituou, não deixando por isso de ser um romance arrebatador, que nos prende em três tempos diferentes distinguidos entre si também pela cor das páginas do livro.
Leitor e amante da literatura que se preze de o ser terá de ler pelo menos um livro de Mia Couto na vida, portanto, mais uma vez recomendo uma visita à nossa Biblioteca. Ler Mia Couto é uma experiência transformadora pela expressividade que consegue emprestar a esta nossa língua portuguesa que atravessou mares e nos une. Parabéns, Mia Couto!
Moçambicano, biólogo de formação, tem uma já vasta obra publicada, maioritariamente de contos, estórias com um cunho e uma prosa muito colorida e um linguajar único e expressivo. É também autor de Pensatempos, uma colectânea de discursos, nos quais se encontra a carta ao Presidente Bush e ainda de livros infantis. O seu último romance O Último Pé da Sereia marca um ponto de viragem na narrativa a que o escritor nos habituou, não deixando por isso de ser um romance arrebatador, que nos prende em três tempos diferentes distinguidos entre si também pela cor das páginas do livro.
Leitor e amante da literatura que se preze de o ser terá de ler pelo menos um livro de Mia Couto na vida, portanto, mais uma vez recomendo uma visita à nossa Biblioteca. Ler Mia Couto é uma experiência transformadora pela expressividade que consegue emprestar a esta nossa língua portuguesa que atravessou mares e nos une. Parabéns, Mia Couto!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


